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  <item rdf:about="http://repositoriobiologico.com.br//jspui/handle/123456789/1254">
    <title>Prospecção de fungos endofíticos, edáficos e bioformulações para o controle de Sphenophorus levis VAURIE, 1978 (Coleoptera: Curculionidae) na cultura da cana-de-açúcar</title>
    <link>http://repositoriobiologico.com.br//jspui/handle/123456789/1254</link>
    <description>Title: Prospecção de fungos endofíticos, edáficos e bioformulações para o controle de Sphenophorus levis VAURIE, 1978 (Coleoptera: Curculionidae) na cultura da cana-de-açúcar
Authors: Pereira, Raquel Moraes Costa
Abstract: O objetivo geral deste trabalho foi prospectar fungos endofíticos e edáficos da cana-de-açúcar, desenvolver e testar um novo meio de cultura líquido para Beauveria bassiana (IBCB170) e Metarhizium anisopliae (IBCB383) e realizar testes para controle biológico de Sphenophorus levis. As amostras para a prospecção dos fungos foram coletadas em março e abril de 2022, com origem em três municípios do estado de São Paulo. Foram realizadas duas coletas em cada propriedade, totalizando seis coletas. Em cada coleta, foram selecionadas e retiradas 10 plantas e 10 amostras do solo ao redor de cada uma. Os fungos prospectados foram categorizados conforme a caracterização macroscópica e, após uma seleção prévia, seguiram para identificação molecular em nível de espécie. Para o desenvolvimento de um novo meio de cultura com as cepas IBCB170 e IBCB383, foram realizados dois processos de seleção: um em 2022, com testes de cinco meios, e outro em 2023, com testes de oito meios, utilizando variações nas fontes de carbono e nitrogênio. Em cada meio, foram feitas cinco repetições, inoculadas com 10 mL de suspensão fúngica na concentração de 1×108 blastosporos/mL, mantidas sob agitação a 160 rpm. Amostras de cada repetição foram coletadas em 72 horas e 168 horas, sendo avaliadas quanto à concentração de blastosporos/mL e unidades formadoras de colônia (UFC). O inóculo que apresentou maior concentração de blastosporos/mL foi utilizado para produção em biorreator de bancada. Para as bateladas com os meios da seleção SI-2022 e SII-2023, foram realizados experimentos com variações na quantidade de inóculo em relação ao volume do meio e no tempo de amostragem (72 horas e 168 horas). Nessas condições, foram avaliadas a concentração de blastosporos/mL e a contagem de UFC por plaqueamento. Em campo, o experimento foi realizado na Fazenda Boa Esperança, no município de Sertãozinho, São Paulo. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, utilizando blastosporos obtidos com os meios selecionados para IBCB170 e IBCB383 da seleção SI-2022, na concentração de 1×108 /mL, e suspensões contendo conídios aéreos de B. bassiana (IBCB66) e M. anisopliae (IBCB425), na concentração de 1×1013/mL. Tanto para os experimentos de patogenicidade realizados com adultos de S. levis quanto para os experimentos no biorreator, foram aplicados ANOVA e teste de Tukey (p &lt; 0,05). Para os resultados do experimento de campo, foi utilizada ANOVA seguida do teste de Duncan (p &lt; 0,05). Todos os testes foram realizados por meio do software RStudio®. Na prospecção dos fungos endofíticos e edáficos, foi possível o isolamento de 576 fungos e a identificação molecular de 17 morfotipos. Nos experimentos de patogenicidade realizados com S. levis, o morfotipo USARC10C2 apresentou maior média de mortalidade (4,0); para os edáficos, o morfotipo ATSC2C1 teve maior média de mortalidade (5,0 na repetição 1 e 2,2 na repetição 2). Para as seleções dos novos meios de cultura, as maiores médias de blastosporos/mL foram: SI2022 T2 para IBCB170 (5,65) e T4 para IBCB383 (16,15); e SII-2023 T2 para IBCB170 (2,57) e T4 para IBCB383 (1,298). Nos testes em biorreator de bancada, observou-se que a cepa IBCB170 produziu maior concentração de blastosporos/mL do que a cepa IBCB383. Quanto aos resultados de campo, a menor incidência de tocos atacados foi observada no tratamento com blastosporos de M. anisopliae IBCB383, com média de um toco atacado.
Description: O objetivo geral deste trabalho foi prospectar fungos endofíticos e edáficos da cana-de-açúcar, desenvolver e testar um novo meio de cultura líquido para Beauveria bassiana (IBCB170) e Metarhizium anisopliae (IBCB383) e realizar testes para controle biológico de Sphenophorus levis. As amostras para a prospecção dos fungos foram coletadas em março e abril de 2022, com origem em três municípios do estado de São Paulo. Foram realizadas duas coletas em cada propriedade, totalizando seis coletas. Em cada coleta, foram selecionadas e retiradas 10 plantas e 10 amostras do solo ao redor de cada uma. Os fungos prospectados foram categorizados conforme a caracterização macroscópica e, após uma seleção prévia, seguiram para identificação molecular em nível de espécie. Para o desenvolvimento de um novo meio de cultura com as cepas IBCB170 e IBCB383, foram realizados dois processos de seleção: um em 2022, com testes de cinco meios, e outro em 2023, com testes de oito meios, utilizando variações nas fontes de carbono e nitrogênio. Em cada meio, foram feitas cinco repetições, inoculadas com 10 mL de suspensão fúngica na concentração de 1×108 blastosporos/mL, mantidas sob agitação a 160 rpm. Amostras de cada repetição foram coletadas em 72 horas e 168 horas, sendo avaliadas quanto à concentração de blastosporos/mL e unidades formadoras de colônia (UFC).</description>
    <dc:date>2025-02-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositoriobiologico.com.br//jspui/handle/123456789/1253">
    <title>Utilização de Bacillus amyloliquefaciens e metabólito secundário de Xenorhabdus szentirmaii para controle de doenças bacterianas em tomateiro e feijoeiro</title>
    <link>http://repositoriobiologico.com.br//jspui/handle/123456789/1253</link>
    <description>Title: Utilização de Bacillus amyloliquefaciens e metabólito secundário de Xenorhabdus szentirmaii para controle de doenças bacterianas em tomateiro e feijoeiro
Authors: Macedo, Mariana Ferracin de
Abstract: O tomate é uma hortaliça amplamente consumida no país e está sujeita a pragas e doenças que prejudicam a produtividade. A mancha bacteriana do tomateiro, causada pela bactéria Xanthomonas euvesicatoria pv. perforans (Xep), ataca as folhas e os frutos, podendo acarretar um impacto na produção e comercialização. O feijão é uma das leguminosas que faz parte da alimentação humana e sofre ataque de doenças no campo e, as perdas na produção podem ser significativas quando há a presença da bactéria Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens (Cff), causando a murcha de Curtobacterium que, devido a sua forma de disseminação, seu controle é mais difícil. A utilização da agricultura convencional levou a desequilíbrios ecológicos, resistência de pragas e doenças, além dos impactos ambientais e, novas estratégias de controle estão sendo utilizadas, entre elas, o controle biológico. O objetivo do trabalho foi avaliar o potencial de Bacillus amyloliquefaciens IBSBF 3321 e metabólito secundário de Xenorhabdus szentirmaii PAM 25 para o controle de Xep IBSBF 2349 e de Cff IBSBF 1290. O isolamento das bactérias simbiontes foi realizado a partir da hemolinfa de lagartas de Galleria mellonella infectadas com nematoides Steirnenema rarum PAM 25. A atividade antimicrobiana dos metabólitos, cultura líquida ou filtrado, contra as referidas fitobactérias foi avaliada por meio da medição dos halos de inibição de crescimento em testes in vitro. Também foi avaliada a capacidade antimicrobiana da linhagem de B. amyloliquefaciens IBSBF 3321 em testes in vitro e in vivo (casa de vegetação). Os resultados em casa de vegetação com plantas de tomate mostraram que o metabólito secundário X. szentirmaii PAM 25 proporcionou redução da severidade da doença em aproximadamente 40% enquanto no tratamento com B. amyloliquefaciens IBSBF 3321 a redução foi de aproximadamente 60%. Os tratamentos com os produtos comerciais B. subitilis QST 713 e fluazinam mostraram redução de 43% e 89% respectivamente. Nos experimentos com plantas de feijão, a redução dos sintomas da doença foi de aproximadamente 38% no tratamento com metabólito secundário de X. szentirmaii PAM 25 e de aproximadamente 30% com a linhagem de B. amyloliquefaciens IBSBF 3321, e nos tratamentos com B. subitilis QST 713 e fluazinam a redução foi de 27,5% 35%, respectivamente.
Description: O tomate é uma hortaliça amplamente consumida no país e está sujeita a pragas e doenças que prejudicam a produtividade. A mancha bacteriana do tomateiro, causada pela bactéria Xanthomonas euvesicatoria pv. perforans (Xep), ataca as folhas e os frutos, podendo acarretar um impacto na produção e comercialização. O feijão é uma das leguminosas que faz parte da alimentação humana e sofre ataque de doenças no campo e, as perdas na produção podem ser significativas quando há a presença da bactéria Curtobacterium flaccumfaciens pv. flaccumfaciens (Cff), causando a murcha de Curtobacterium que, devido a sua forma de disseminação, seu controle é mais difícil. A utilização da agricultura convencional levou a desequilíbrios ecológicos, resistência de pragas e doenças, além dos impactos ambientais e, novas estratégias de controle estão sendo utilizadas, entre elas, o controle biológico. O objetivo do trabalho foi avaliar o potencial de Bacillus amyloliquefaciens IBSBF 3321 e metabólito secundário de Xenorhabdus szentirmaii PAM 25 para o controle de Xep IBSBF 2349 e de Cff IBSBF 1290.</description>
    <dc:date>2025-02-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositoriobiologico.com.br//jspui/handle/123456789/1252">
    <title>Efeito da vinhaça, melaço, xarope de milho e macadâmia sobre a proliferação de bactérias edáficas utilizadas na agricultura</title>
    <link>http://repositoriobiologico.com.br//jspui/handle/123456789/1252</link>
    <description>Title: Efeito da vinhaça, melaço, xarope de milho e macadâmia sobre a proliferação de bactérias edáficas utilizadas na agricultura
Authors: Ferreira, Maria Elízia Pacheco
Abstract: O Brasil apresenta crescimento de produção e utilização de bioinsumos agrários, sendo alternativa de diminuição dos desafios da agricultura moderna. Os produtores utilizam resíduo vinhaça e subproduto melaço das usinas sucroalcooleiras como fertilizantes de diversas culturas, devidos seus compostos orgânicos e nutrientes químicos. E os substratos xarope de milho e macadâmia também podem ser utilizados como fertilizantes, por serem ricos em carboidratos e nutrientes químicos. Tais substratos também podem ser eficientes para proliferação de bactéria edáfica, algumas sendo utilizadas como bioinsumos, biofertilizadores e biocontroladores de pragas e patógenos agrários. O efeito dos substratos vinhaça, melaço, xarope de milho e macadâmia sobre a proliferação de bactérias edáficas e de bioinsumos agrários foi o destaque deste trabalho. Objetivos: (i) Avaliar o efeito da vinhaça, do xarope de milho e do melaço na proliferação de bactérias edáficas de solos superficiais e solos inferiores (50cm); (ii) Avaliar o efeito da vinhaça, xarope de milho, melaço e macadâmia sobre 15 espécies bacterianas (bioinsumos agrários da coleção de bactérias do Controle Biológico/IB). (iii) Realizar a identificação biomolecular de isolados bacterianos filamentosos proveniente de solos (isolados na Fase 1). (iv) Avaliar a eficiência do melaço (2%) sobre a proliferação de bactérias edáficas (solos superficiais e inferiores com diferente concentração de Oxigênio no procedimento metodológico). Metodologia- O presente trabalho foi dividido em 4 fases: Fase 1 – Análise quantitativa de UFC/g de solos superficiais e inferiores (50cm), tratados com H2O, vinhaça, melaço, xarope de milho (6 amostras). Plaqueamento em 2, 15 e 30 dias; as placas contendo inóculos de solos inferiores foram colocadas dentro de potes com vela acesa (baixa concentração de O2). Fase 2 – Análise quantitativa de UFC/ml de meio contendo bactérias (bioinsumos agrários - 15 espécies), inoculadas em meios puros, com vinhaça, melaço, xarope de milho e macadâmia (7%). Fase 3 –Sequenciamento biomolecular de 44 bactérias edáficas filamentosas (isoladas na fase 1). Fase 4 – Análise quantitativa de UFC/mL de meios puros e com melaço (2%) contendo bactérias edáficas (solos superiores e inferiores). Tubos contendo meio NB e bactérias de solos superficiais foram colocados em agitadores; tubos contendo meio MRS/Caldo e bactérias de solos inferiores foram colocados dentro de potes de vidro contendo velas acesas. Nos plaqueamentos, as placas contendo inóculos de solos inferiores foram colocadas dentro de potes com vela acesa (baixa concentração de O2). Resultados: Fase 1 – Nos solos superficiais: maior proliferação bacteriana no Tratamento xarope de milho; vinhaça apresentou média eficiência; melaço apresentou baixa eficiência. Nos solos inferiores: Melaço, Vinhaça e Xarope de milho apresentaram maior eficiência do que o Tratamento Controle. Fase 2 – Macadâmia e vinhaça apresentaram eficiência para a proliferação da maioria dos bioinsumos agrários (sem diferença significativa com o controle). Melaço e xarope de milho apresentaram baixa eficiência. Fase 3 – 27 inóculos - Actinobactérias dos gêneros Streptomyces, Nocardia, Promicromonospora, Brevibacterium e Dietzia. Fase 4 - Melaço não apresentou eficiência na proliferação das bactérias de solos superiores em alta concentração de Oxigênio. Conclusão: Vinhaça, Xarope de Milho, Melaço e Macadâmia são proliferadores de algumas espécies bacterianas edáficas e bioinsumos agrários.
Description: O Brasil apresenta crescimento de produção e utilização de bioinsumos agrários, sendo alternativa de diminuição dos desafios da agricultura moderna. Os produtores utilizam resíduo vinhaça e subproduto melaço das usinas sucroalcooleiras como fertilizantes de diversas culturas, devidos seus compostos orgânicos e nutrientes químicos. E os substratos xarope de milho e macadâmia também podem ser utilizados como fertilizantes, por serem ricos em carboidratos e nutrientes químicos. Tais substratos também podem ser eficientes para proliferação de bactéria edáfica, algumas sendo utilizadas como bioinsumos, biofertilizadores e biocontroladores de pragas e patógenos agrários. O efeito dos substratos vinhaça, melaço, xarope de milho e macadâmia sobre a proliferação de bactérias edáficas e de bioinsumos agrários foi o destaque deste trabalho.</description>
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  <item rdf:about="http://repositoriobiologico.com.br//jspui/handle/123456789/1251">
    <title>Estrutura populacional da afidofauna e sua influência na epidemiologia dos vírus de brássicas</title>
    <link>http://repositoriobiologico.com.br//jspui/handle/123456789/1251</link>
    <description>Title: Estrutura populacional da afidofauna e sua influência na epidemiologia dos vírus de brássicas
Authors: Moura, Cátia Jacira Martins
Abstract: Os vírus mais importantes que infectam brássicas são transmitidos por afídeos (Hemiptera: Aphididae). No entanto, há carência de informações referentes à ecologia e epidemiologia desses fitopatógenos, considerando os diferentes aspectos envolvidos nas interações vírus/vetor/hospedeiro/ambiente. Nesse contexto, os objetivos deste trabalho foram: (i) monitorar e identificar, durante três anos consecutivos, a composição e dinâmica populacional das espécies de afídeos colonizadoras e migratórias em duas áreas de cultivo intensivo de brássicas no cinturão verde de São Paulo; e (ii) estabelecer as correlações que pudessem favorecer a manutenção da pressão de inóculo, a transmissão e dispersão dos vírus transmitidos de modo não persistente, para se propor estratégias de manejo e controle das viroses e de seus afídeos vetores. Avaliou-se o papel de espécies de brássicas cultivadas e da vegetação espontânea como reservatórios de vírus transmitidos de modo não circulativo (cauliflower mosaic virus, CaMV; cole latent virus, CoLV; turnip mosaic virus, TuMV). Os vírus não foram detectados nas espécies e variedades de brássicas cultivadas. Entretanto, plantas da vegetação espontânea, especialmente a nabiça (Raphanus sativus) comportaram-se como reservatórios importantes do CaMV e TuMV nas duas áreas monitoradas. Nas estimativas absolutas, praticamente as mesmas espécies de afídeos foram identificadas nas duas áreas monitoradas. A nabiça e a mostarda-selvagem (Brassica rapa) foram as brássicas da vegetação espontânea mais abundantes, desempenhando um papel fundamental na manutenção das fontes de inóculo dos vírus de brássicas e atuando como hospedeiras de três espécies de afídeos vetores. Nas estimativas relativas, as espécies de afídeos identificadas também foram semelhantes nas duas áreas monitoradas. As maiores revoadas de afídeos foram registradas na primavera e no verão, e as menores revoadas foram observadas no outono. A diversidade de espécies de afídeos foi baixa, tanto para a abundância absoluta quanto para a abundância relativa, nas duas áreas avaliadas. A pluviosidade e a temperatura interferiram nas revoadas da afidofauna, mas tiveram pouco efeito na formação de colônias. A primavera foi considerada a estação chave para as tomadas de decisão visando ao controle das viroses. Nessa época do ano, os fatores ambientais potencializam a transmissão dos vírus por afídeos de modo não persistente (via picadas de prova) e favorecem as formações de colônias, tanto em plantas cultivadas quanto em plantas da vegetação espontânea.
Description: Os vírus mais importantes que infectam brássicas são transmitidos por afídeos (Hemiptera: Aphididae). No entanto, há carência de informações referentes à ecologia e epidemiologia desses fitopatógenos, considerando os diferentes aspectos envolvidos nas interações vírus/vetor/hospedeiro/ambiente. Nesse contexto, os objetivos deste trabalho foram: (i) monitorar e identificar, durante três anos consecutivos, a composição e dinâmica populacional das espécies de afídeos colonizadoras e migratórias em duas áreas de cultivo intensivo de brássicas no cinturão verde de São Paulo; e (ii) estabelecer as correlações que pudessem favorecer a manutenção da pressão de inóculo, a transmissão e dispersão dos vírus transmitidos de modo não persistente, para se propor estratégias de manejo e controle das viroses e de seus afídeos vetores. Avaliou-se o papel de espécies de brássicas cultivadas e da vegetação espontânea como reservatórios de vírus transmitidos de modo não circulativo (cauliflower mosaic virus, CaMV; cole latent virus, CoLV; turnip mosaic virus, TuMV). Os vírus não foram detectados nas espécies e variedades de brássicas cultivadas. Entretanto, plantas da vegetação espontânea, especialmente a nabiça (Raphanus sativus) comportaram-se como reservatórios importantes do CaMV e TuMV nas duas áreas monitoradas. Nas estimativas absolutas, praticamente as mesmas espécies de afídeos foram identificadas nas duas áreas monitoradas.</description>
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